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Reformas, qual é a pressa?

por Rui Lebreiro, em 04.06.14
Temos sempre que ter presente que o atual governo está suportado por uma maioria parlamentar, eleita pelo povo, na base de um programa profundamente reformista.

Até ao momento pouco ou nenhum reflexo prático houve desse espírito reformista. Poderá argumentar-se que isso se deve à premência de resultados que o programa de assistencia financeira acarretou, o que levou a que outro tipo de medidas tivessem que ser aplicadas.
Em todo o caso a questão que se coloca é: essa inexistência de reformas de fundo na máquina do estado deve-se à incompetência e inabilidade políticas do governo, ou devemos concluir que não é possível reformar o que quer que seja em Portugal?

Na mesma linha de raciocínio podemo-nos questionar: será que esta onda de chumbos do Tribunal Constitucional a propostas do governo se deve à incapacidade deste em produzir reformas suficientemente estruturadas e equilibradas, ou decorre de uma postura demasiado protecionista e imobilista dos juízes do TC?

Naturalmente a resposta não será branco ou preto. Será porventura um cinzento, mas muito escuro.

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publicado às 23:25






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